Questões filtradas por: cargo de administrador junior

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001 Matéria: Administração Geral Órgão: COPEL Ano: 2015

O planejamento estratégico orientado para o mercado é o processo gerencial de desenvolver e manter um ajuste viável entre objetivos, habilidades e recursos de uma organização e as oportunidades de um mercado em contínua mudança. O objetivo do planejamento estratégico é dar forma aos negócios e produtos de uma empresa, de modo que eles possibilitem os lucros e o crescimento almejados. (KOTLER, 2000)

Considerando as estratégias de crescimento, assinale a alternativa correta.


002 Matéria: Motivação Órgão: COPEL Ano: 2015

Em relação à Teoria da Hierarquia de Necessidades de Maslow, é correto afirmar:

003 Matéria: Efeitos e duração do trabalho nos contratos de emprego Órgão: COPEL Ano: 2015

Sobre a Consolidação das Leis do Trabalho e suas atualizações, considere as seguintes afirmativas:

1. O acréscimo de salário devido a horas suplementares pode ser dispensado mediante acordo individual entre empregador e empregado.

2. Os membros de uma família que trabalhem na mesma empresa têm o direito de gozar de férias no mesmo período, desde que não haja prejuízo para o serviço.

3. Todo trabalho de igual valor deverá ter salário igual, sem distinção de sexo.

4. O mandato dos membros eleitos da CIPA terá a duração de 2 anos, permitida uma reeleição.

Assinale a alternativa correta.

004 Matéria: Matemática Órgão: COPEL Ano: 2015

Em determinada pesquisa, realizada em todo o território nacional, foram entrevistadas 8000 pessoas com idade entre 25 e 30 anos. Apurou-se que 3270 delas possuem 3º grau completo, 4200 possuem carro, 3850 são noivos e 2500 são solteiras. Sabe-se que o número de pessoas que possuem 3º grau completo e carro é de 3130, que o número de pessoas que possuem carro e são noivos é de 3050 e que 2100 pessoas possuem 3º grau completo e são noivos. Com base nessas informações, assinale a alternativa que representa, respectivamente, as probabilidades de uma pessoa aleatória: “ser noivo OU possuir carro" e “ter 3º grau completo OU carro".

005 Matéria: Matemática Financeira Órgão: COPEL Ano: 2015

Quanto aos regimes de capitalização, assinale a alternativa correta.

006 Matéria: Marketing Órgão: COPEL Ano: 2015

Marketspace:

007 Matéria: Matemática Financeira Órgão: COPEL Ano: 2015

Certa pessoa investe R$ 450.000,00 em uma aplicação de renda fixa, a uma taxa de 2,78% ao mês, para retirar depois de certo período o montante de R$ 550.080,00, no regime de capitalização simples. Qual é o período dessa operação?

008 Matéria: Administração Geral Órgão: COPEL Ano: 2015

Conforme Chiavenato (2003), o papel do administrador varia de acordo com o nível organizacional em que está alocado. No nível intermediário, exige-se do administrador:

009 Matéria: Marketing Órgão: COPEL Ano: 2015

Em relação ao mix de marketing (mais conhecido como 4ps), e considerando a aplicação prática dessa ferramenta, assinale a alternativa correta.

010 Matéria: Português Órgão: COPEL Ano: 2015

Quem tem medo da “ideologia de gênero”? 
    Já se passaram vários dias desde que vi aparecer pelas páginas deste ilustre jornal vários artigos nos quais outros ilustres (jornalistas, professores universitários) zombam do feminismo e dos “ideólogos de gênero”, que pelo jeito viraram inimigo público número 1, os responsáveis por todo tipo de apocalíptico mal do século 21, desde a “destruição das famílias” até a ruína da educação pública brasileira. Urgente, portanto, fazer alguns esclarecimentos.     Em primeiro lugar, sobre o uso do termo “ideologia”, conceito básico das ciências sociais: ideologia todos temos. “Ideologia de gênero” também. Ou mais conservadora e convencional, ou mais crítica ou radical. Mais machista, ou mais feminista, se quiser. O maior problema de empregar o termo “ideologia de gênero” só para feministas ou para quem critica as concepções dominantes é que isso escamoteia toda uma discussão epistemológica sobre ponto de vista, sobre a possibilidade de objetividade e como as subjetividades influenciam nesta; além disso, diga-se de passagem, parece facilitar que se atribua a caraterística de quem está “do lado da (verdadeira) ciência” – a um grupo que inclui, neste caso muito curioso, muitas pessoas que têm mais afinidade com o criacionismo do que com a teoria da evolução.      Teorias de gênero também são diversas, e uma das contribuições da construção e consolidação de todo um campo de pesquisa que vem ganhando cada vez mais espaço nas instituições acadêmicas no mundo inteiro, a partir do fim da década de 1970, é que vem estimulando o debate e a troca entre pessoas e perspectivas, com o intuito de contribuir para a igualdade e uma vida social mais justa. A perspectiva pós-estruturalista associada particularmente ao pensamento da filósofa norte-americana Judith Butler – que aponta para as dificuldades de dividir a humanidade em duas categorias discretas, biologicamente identificáveis e discursivamente construídas como “opostas” – é, nas suas ramificações políticas, antes de mais nada a reivindicação do direito às diferenças. Diferenças que surgem espontaneamente da vida humana – biológica, social, cultural, política – e se manifestam hoje, de forma mais intensa exatamente porque já tivemos ganhos políticos no terreno dos direitos humanos e sociais. Que incluem questões de gênero e sexualidade, assim como de classe, raça e etnicidade, entre outras, incorporadas amplamente pela sociologia contemporânea como disciplina acadêmica, como base de todo esforço de compreensão científica e sensível do mundo.     Como bem nos lembram duas estudiosas de gênero e cultura, Elaine Showalter e Lynne Segal (a primeira, norte-americana da área de estudos literários; a segunda, inglesa e psicóloga), as ansiedades de gênero surgem como fenômenos correlatos aos tempos de intensa mudança social e cultural, como foi o caso de dois momentos de passagem de século – do 19 para o 20, do 20 para o 21. Fazem parte das tentativas de lidar com os deslocamentos que caracterizam esses processos, deslocamentos que geram incertezas e instabilidade, assim como a promessa de avanços de todo tipo. Parece-me que a pergunta que precisa ser feita, no tempo e espaço do Brasil atual, e nesta Curitiba que habitamos, é por que determinadas pessoas sentem-se tão ameaçadas pelo direito de outras: de existir e de ter visibilidade, reconhecimento, dignidade. 
(Miriam Adelman, Gazeta do Povo, 29/06/2015. Adaptado de < http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/quem-tem-medo-da-ideologia-degenero-9zvgj6sp3edsnli2vfw2psbxm>.)
A expressão “ideologia de gênero” foi criada: 

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