Questões filtradas por: cargo de professor - educação física

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001 Matéria: Educação Física Órgão: SEDUC-AM Ano: 2014

O modelo desenvolvimentista tem sua fundamentação nos processos de aprendizagem e desenvolvimento, sugerindo aspectos para a estrutura das aulas a partir da progressão normal do crescimento físico e do desenvolvimento não só fisiológico, motor e cognitivo, mas também afetivo e social do aluno. Sobre esta tendência pedagógica, analise as afirmativas a seguir.

I. Os autores desta abordagem defendem o movimento como o principal meio e fim da Educação Física.
II. A função da Educação Física não é auxiliar o desenvolvimento do raciocínio lógico-matemático ou a alfabetização, embora isso possa ocorrer como subproduto da prática motora.
III. A proposta não é buscar, na Educação Física, solução para todos os problemas sociais do país, com discursos genéricos que não dão conta da realidade.

Assinale:

002 Matéria: Pedagogia Órgão: Prefeitura de Patrocínio - MG Ano: 2010

De acordo com a lei vigente, o ensino fundamental obrigatório, com duração de 9 (nove) anos, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante:

I. o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o domínio da leitura, da escrita e do cálculo;

II. a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;

III. o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, visando a aquisição de conhecimentos, habilidades e a formação de atitudes e valores;

IV. a utilização da progressão automática ao final do ano letivo, visando a continuidade de estudos.

Completam corretamente o enunciado acima

003 Matéria: Educação Física Órgão: SEAP-DF Ano: 2013

Segundo Gallahue e Donnelly (2008) a estabilidade é o aspecto fundamental do aprendizado de movimentar-se. Por ela crianças obtêm e mantêm um ponto de origem para as explorações que azem no espaço. A estabilidade envolve a disposição de manter em equilíbrio a relação indivíduo/força da gravidade. O professor de Educação Física, ao selecionar atividades para o desenvolvimento do ajuste postural e do equilíbrio deve, EXCETO:

004 Matéria: Educação Física Órgão: SEE-AC Ano: 2014

Assinale a alternativa que apresenta um fundamento técnico do tênis de mesa.

005 Matéria: História e Geografia de Estados e Municípios Órgão: Prefeitura de Congonhas - MG Ano: 2010

Analise as afirmativas correlatas:



I. A Cachoeira de Santo Antônio está localizada no Parque da Cachoeira, que é um dos principais pontos de lazer e descanso diurno dos moradores de Congonhas.

II. O Parque está inserido na sub-bacia do rio Soledade, que passa pelo distrito de Lobo Leite e deságua no rio Maranhão.


Assinale a alternativa correta:

006 Matéria: História e Geografia de Estados e Municípios Órgão: Prefeitura de Congonhas - MG Ano: 2010

“O município de Congonhas, emancipado politicamente em 17 de dezembro de 1938, já passou por 17 administrações municipais de 1939 a 2008, estando hoje, em sua 18ª administração a cargo do prefeito Anderson Costa Cabido.” Foi o primeiro prefeito de Congonhas:

007 Matéria: Educação Física Órgão: SEDUC-RJ Ano: 2013

Ao apresentar algumas situações de ensino com vistas à transformação didático-pedagógica do esporte, Kunz (2001) de?ne certas estratégias didáticas do professor e sugere os seguintes exemplos de aulas, relativos ao ensino do salto e da corrida veloz coletiva, respectivamente:

1- Somar os saltos de uma equipe para viabilizar a quebra do recorde mundial do salto em distância.
2- Desenvolver o revezamento de corrida de resistência.

Tais exemplos referem-se à estratégia de “transcendência de limites”:

008 Matéria: Português Órgão: SEDUC-RO Ano: 2010

A flor do Lácio *

João Ubaldo Ribeiro, o imortal, me confessou certa feita que havia repetido uma palavra duas vezes ao longo de sua volumosa obra, Viva o Povo Brasileiro , e isso o incomodara imensamente. A confissão aconteceu por causa de uma apresentação de A Casa dos Budas Ditosos em que a memória me falhou e eu mandei um segundo “ensandecida" em vez de alternar com “enlouquecida". Foi uma pequena aula de português das tantas que tive por osmose com o Ubaldo, graças à nossa aproximação através do teatro. Não se deve repetir palavras impunemente.
O começo de nossa amizade foi muito difícil para mim. Somos comparsas de e-mail, e cada vez que eu tinha de escrever para o venerado João minhas pernas bambeavam de insegurança gramática. Um singelo: “Caro Ubaldo, vamos jantar?" me exigia algumas horas de concentração para pôr a vírgula no lugar adequado. Aprendi imensamente com a impagável correspondência com o mestre e devo, e muito, a Ubaldo esta posição de colunista aqui em VEJARIO. Um ano e pouco atrás, trocamos uma série de mensagens mais pessoais e, pela primeira vez, escrevi para o poeta demaneira solta. Ele, que é atento aos detalhes, percebeu a melhora e me fez um dos elogios mais valorosos que já recebi na vida.
Mas a evolução de um português medíocre como o meu não é garantia de coisa nenhuma. Relendo a crônica “Gula", da edição de 14 de outubro, dei de cara com a repetiçãomaciça da palavra “doce" e de outras que agora não lembro. É verdade que as últimas semanas têm sido tumultuadas aqui em casa, mas isso não justifica a cegueira. Sem falar na confusão enervante de “quês"... Minha mãe me alertou para outro vício: o uso exagerado do gerúndio. Esse eu ainda controlo. Minha imunidade ao gerúndio é mais alta do que a vulnerabilidade para a infestação de “quês".
É o mal dos tempos. Fiz uma palestra outro dia na PUC sobre escolhas profissionais e a conversa recaiu sobre a questão da exigência do diploma de jornalista para exercer a profissão. É claro que eu gostaria que o cirurgião prestes ame abrir um talho na barriga fosse formado em medicina e especializado em fígado, intestino ou algo que o valha. Mas um economista pode ser de grande utilidade para um jornal, assim como um biólogo exerce respeito na seção de ciências. Uma professora do curso de comunicação se pronunciou no debate dizendo que a maior dificuldade, comum a todos os alunos, era o pífio desempenho na língua portuguesa. Por ela, as faculdades deveriam incluir cursos obrigatórios de letras para toda e qualquer profissão, já que o nível do ensino da língua de Camões no 2º grau era baixíssimo. Baseada na minha experiência, estou com ela e não abro.
João Ubaldo sonhou em fazer filosofia, mas o pai severo o encaminhou para o direito. Ubaldo é formado em ciência política. Poderia estar na ONU, não sei, ou em qualquer grande escritório de advocacia, mas preferiu cuidar da flor do Lácio. Seu último livro,O Albatroz Azul , acaba de chegar às livrarias. Se você aguentou estes pobres parágrafos confessionais de uma atriz carioca até aqui, deixo um brinde na saída: a abertura d' O Albatroz Azul , para você perceber o que é realmente escrever.O resto é silêncio.
“Sentado na quina da rampa do Largo da Quitanda, as mãos espalmadas nos joelhos, as abas do chapéu lhe rebuçando o rosto pregueado, Tertuliano Jaburu ouviu o primeiro canto de galo e mirou o céu sem alterar a expressão. Ignora-se o que, nessa calmaria antes do nascer do sol, pensam os grandes velhos como ele e ninguém lhe perguntaria nada, porque, mesmo que ele se dispusesse a responder, não entenderiam plenamente as respostas e dúvidas mais fundas sobreviriam de imediato, pois é sempre assim, quando se tenta conhecer o que o tempo ainda não autoriza."
* A expressão “Última flor do Lácio, inculta e bela" é o primeiro verso de um famoso poema de Olavo Bilac, poeta brasileiro que viveu de 1865 a 1918. Essa flor é a língua portuguesa, considerada a última das filhas do latim.

(Fernanda Torres, in Veja Rio, 28 de out. de 2009)

No trecho “...o tempo ainda não autoriza.”, identifica-se uma figura de linguagem.Aponte-a.

009 Matéria: Português Órgão: SEDUC-RO Ano: 2010

A flor do Lácio *

João Ubaldo Ribeiro, o imortal, me confessou certa feita que havia repetido uma palavra duas vezes ao longo de sua volumosa obra, Viva o Povo Brasileiro , e isso o incomodara imensamente. A confissão aconteceu por causa de uma apresentação de A Casa dos Budas Ditosos em que a memória me falhou e eu mandei um segundo “ensandecida" em vez de alternar com “enlouquecida". Foi uma pequena aula de português das tantas que tive por osmose com o Ubaldo, graças à nossa aproximação através do teatro. Não se deve repetir palavras impunemente.
O começo de nossa amizade foi muito difícil para mim. Somos comparsas de e-mail, e cada vez que eu tinha de escrever para o venerado João minhas pernas bambeavam de insegurança gramática. Um singelo: “Caro Ubaldo, vamos jantar?" me exigia algumas horas de concentração para pôr a vírgula no lugar adequado. Aprendi imensamente com a impagável correspondência com o mestre e devo, e muito, a Ubaldo esta posição de colunista aqui em VEJARIO. Um ano e pouco atrás, trocamos uma série de mensagens mais pessoais e, pela primeira vez, escrevi para o poeta demaneira solta. Ele, que é atento aos detalhes, percebeu a melhora e me fez um dos elogios mais valorosos que já recebi na vida.
Mas a evolução de um português medíocre como o meu não é garantia de coisa nenhuma. Relendo a crônica “Gula", da edição de 14 de outubro, dei de cara com a repetiçãomaciça da palavra “doce" e de outras que agora não lembro. É verdade que as últimas semanas têm sido tumultuadas aqui em casa, mas isso não justifica a cegueira. Sem falar na confusão enervante de “quês"... Minha mãe me alertou para outro vício: o uso exagerado do gerúndio. Esse eu ainda controlo. Minha imunidade ao gerúndio é mais alta do que a vulnerabilidade para a infestação de “quês".
É o mal dos tempos. Fiz uma palestra outro dia na PUC sobre escolhas profissionais e a conversa recaiu sobre a questão da exigência do diploma de jornalista para exercer a profissão. É claro que eu gostaria que o cirurgião prestes ame abrir um talho na barriga fosse formado em medicina e especializado em fígado, intestino ou algo que o valha. Mas um economista pode ser de grande utilidade para um jornal, assim como um biólogo exerce respeito na seção de ciências. Uma professora do curso de comunicação se pronunciou no debate dizendo que a maior dificuldade, comum a todos os alunos, era o pífio desempenho na língua portuguesa. Por ela, as faculdades deveriam incluir cursos obrigatórios de letras para toda e qualquer profissão, já que o nível do ensino da língua de Camões no 2º grau era baixíssimo. Baseada na minha experiência, estou com ela e não abro.
João Ubaldo sonhou em fazer filosofia, mas o pai severo o encaminhou para o direito. Ubaldo é formado em ciência política. Poderia estar na ONU, não sei, ou em qualquer grande escritório de advocacia, mas preferiu cuidar da flor do Lácio. Seu último livro,O Albatroz Azul , acaba de chegar às livrarias. Se você aguentou estes pobres parágrafos confessionais de uma atriz carioca até aqui, deixo um brinde na saída: a abertura d' O Albatroz Azul , para você perceber o que é realmente escrever.O resto é silêncio.
“Sentado na quina da rampa do Largo da Quitanda, as mãos espalmadas nos joelhos, as abas do chapéu lhe rebuçando o rosto pregueado, Tertuliano Jaburu ouviu o primeiro canto de galo e mirou o céu sem alterar a expressão. Ignora-se o que, nessa calmaria antes do nascer do sol, pensam os grandes velhos como ele e ninguém lhe perguntaria nada, porque, mesmo que ele se dispusesse a responder, não entenderiam plenamente as respostas e dúvidas mais fundas sobreviriam de imediato, pois é sempre assim, quando se tenta conhecer o que o tempo ainda não autoriza."
* A expressão “Última flor do Lácio, inculta e bela" é o primeiro verso de um famoso poema de Olavo Bilac, poeta brasileiro que viveu de 1865 a 1918. Essa flor é a língua portuguesa, considerada a última das filhas do latim.

(Fernanda Torres, in Veja Rio, 28 de out. de 2009)

Assinale a afirmação que tem base no texto.

010 Matéria: Educação Física Órgão: SEAP-DF Ano: 2013

Ao planejar uma aula de Basquetebol para uma turma com 35 alunos, entre 13 e 15 anos, de ambos os sexos, que ainda não foi iniciada neste esporte, o professor, apesar de possuir material e infra-estrutura adequados para a prática da aula com a turma encontrou dificuldades para inserir os alunos portadores de necessidades especiais. Tendo por base os pressupostos apresentados pelos Parâmetros Curriculares Nacionais - Educação Física (BRASIL, 1998) constitui-se o procedimento adequado para esta situação:

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