Questões filtradas por: cargo de professor - educação física

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001 Matéria: Educação Física Órgão: Prefeitura de Salvador - BA Ano: 2010

A cultura possui um papel central na formação e na estruturação de conceitos orientadores das ações dos sujeitos no mundo. Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) foram elaborados procurando respeitar a diversidade cultural e a necessidade de construir referências nacionais comuns ao processo educativo.
Nessa perspectiva, a Educação Física organizará seu trabalho a partir da ideia de que cultura é

002 Matéria: Educação Física Órgão: Prefeitura de Salvador - BA Ano: 2010

Por meio do jogo, é possível manifestar sensivelmente ideias, valores, crenças e desejos que, muitas das vezes, seriam difíceis de serem expressos verbalmente. Nesse sentido, as atividades lúdicas podem também ser apropriadas como um componente importante dentro do processo

003 Matéria: Português Órgão: SEDUC-RO Ano: 2010

A flor do Lácio *

João Ubaldo Ribeiro, o imortal, me confessou certa feita que havia repetido uma palavra duas vezes ao longo de sua volumosa obra, Viva o Povo Brasileiro , e isso o incomodara imensamente. A confissão aconteceu por causa de uma apresentação de A Casa dos Budas Ditosos em que a memória me falhou e eu mandei um segundo “ensandecida" em vez de alternar com “enlouquecida". Foi uma pequena aula de português das tantas que tive por osmose com o Ubaldo, graças à nossa aproximação através do teatro. Não se deve repetir palavras impunemente.
O começo de nossa amizade foi muito difícil para mim. Somos comparsas de e-mail, e cada vez que eu tinha de escrever para o venerado João minhas pernas bambeavam de insegurança gramática. Um singelo: “Caro Ubaldo, vamos jantar?" me exigia algumas horas de concentração para pôr a vírgula no lugar adequado. Aprendi imensamente com a impagável correspondência com o mestre e devo, e muito, a Ubaldo esta posição de colunista aqui em VEJARIO. Um ano e pouco atrás, trocamos uma série de mensagens mais pessoais e, pela primeira vez, escrevi para o poeta demaneira solta. Ele, que é atento aos detalhes, percebeu a melhora e me fez um dos elogios mais valorosos que já recebi na vida.
Mas a evolução de um português medíocre como o meu não é garantia de coisa nenhuma. Relendo a crônica “Gula", da edição de 14 de outubro, dei de cara com a repetiçãomaciça da palavra “doce" e de outras que agora não lembro. É verdade que as últimas semanas têm sido tumultuadas aqui em casa, mas isso não justifica a cegueira. Sem falar na confusão enervante de “quês"... Minha mãe me alertou para outro vício: o uso exagerado do gerúndio. Esse eu ainda controlo. Minha imunidade ao gerúndio é mais alta do que a vulnerabilidade para a infestação de “quês".
É o mal dos tempos. Fiz uma palestra outro dia na PUC sobre escolhas profissionais e a conversa recaiu sobre a questão da exigência do diploma de jornalista para exercer a profissão. É claro que eu gostaria que o cirurgião prestes ame abrir um talho na barriga fosse formado em medicina e especializado em fígado, intestino ou algo que o valha. Mas um economista pode ser de grande utilidade para um jornal, assim como um biólogo exerce respeito na seção de ciências. Uma professora do curso de comunicação se pronunciou no debate dizendo que a maior dificuldade, comum a todos os alunos, era o pífio desempenho na língua portuguesa. Por ela, as faculdades deveriam incluir cursos obrigatórios de letras para toda e qualquer profissão, já que o nível do ensino da língua de Camões no 2º grau era baixíssimo. Baseada na minha experiência, estou com ela e não abro.
João Ubaldo sonhou em fazer filosofia, mas o pai severo o encaminhou para o direito. Ubaldo é formado em ciência política. Poderia estar na ONU, não sei, ou em qualquer grande escritório de advocacia, mas preferiu cuidar da flor do Lácio. Seu último livro,O Albatroz Azul , acaba de chegar às livrarias. Se você aguentou estes pobres parágrafos confessionais de uma atriz carioca até aqui, deixo um brinde na saída: a abertura d' O Albatroz Azul , para você perceber o que é realmente escrever.O resto é silêncio.
“Sentado na quina da rampa do Largo da Quitanda, as mãos espalmadas nos joelhos, as abas do chapéu lhe rebuçando o rosto pregueado, Tertuliano Jaburu ouviu o primeiro canto de galo e mirou o céu sem alterar a expressão. Ignora-se o que, nessa calmaria antes do nascer do sol, pensam os grandes velhos como ele e ninguém lhe perguntaria nada, porque, mesmo que ele se dispusesse a responder, não entenderiam plenamente as respostas e dúvidas mais fundas sobreviriam de imediato, pois é sempre assim, quando se tenta conhecer o que o tempo ainda não autoriza."
* A expressão “Última flor do Lácio, inculta e bela" é o primeiro verso de um famoso poema de Olavo Bilac, poeta brasileiro que viveu de 1865 a 1918. Essa flor é a língua portuguesa, considerada a última das filhas do latim.

(Fernanda Torres, in Veja Rio, 28 de out. de 2009)

Marque a opção que completa correta e respectivamente os espaços no fragmento abaixo.

“Cheguei ___ conclusão de que estamos caminhando para ___ adoção de uma nova regra em relação ____ orações com o sujeito na terceira pessoa, tanto no singular quanto no plural. Assisti ____ muitos noticiários de televisão nos últimos dias, ouvi muitas entrevistas com todo tipo de gente e ____ conclusão dispensa maiores pesquisas.”

(João Ubaldo Ribeiro)

004 Matéria: Administração Pública Órgão: SEDUC-RO Ano: 2010

O serviço extraordinário prestado pelo servidor é remunerado da seguinte forma:

005 Matéria: Educação Física Órgão: IFB Ano: 2011

Avaliação em educação física é um processo de levantamento de
questões e formulação de julgamentos. Como, quando e por que
avaliar são pontos cruciais nesse processo, porque indicam ao
professor se os elementos de competência, objetivos, conteúdos e
estratégias estão coesos com o que foi organizado anteriormente.
Nesse sentido, a avaliação em educação física

é, do ponto de vista do professor e do aluno, um instrumento poderoso para se reconhecer prioridades e localizar ações educacionais que precisem de maior apoio.

006 Matéria: Educação Física Órgão: Prefeitura de Salvador - BA Ano: 2010

O jogo faz parte da dimensão lúdica da existência humana. Nesse sentido, o jogo é, antes de tudo, uma manifestação e uma construção

007 Matéria: Educação Física Órgão: IFB Ano: 2011

Para a especificação das ações motoras, Gallahue e Ozmun (2005)
agrupam os movimentos em três categorias: estabilizadores,
locomotores e manipulativos. Com relação a esse assunto, julgue os
próximos itens.

A criança desenvolve as três categorias básicas de forma sequencial, ou seja, primeiramente os movimentos estabilizadores, depois os locomotores e, por último, os manipulativos.

008 Matéria: Pedagogia Órgão: SEDUC-RO Ano: 2010

A Tecnologia Assistiva é uma ferramenta utilizada para identificar:

009 Matéria: Educação Física Órgão: Prefeitura de Salvador - BA Ano: 2010

Arcos, bolas, cordas, bancos e equipamento de som são alguns recursos que garantem uma aula de Educação Física. Dada a peculiaridade da Educação Física, os materiais citados são

010 Matéria: Português Órgão: SEDUC-RO Ano: 2010

A flor do Lácio *

João Ubaldo Ribeiro, o imortal, me confessou certa feita que havia repetido uma palavra duas vezes ao longo de sua volumosa obra, Viva o Povo Brasileiro , e isso o incomodara imensamente. A confissão aconteceu por causa de uma apresentação de A Casa dos Budas Ditosos em que a memória me falhou e eu mandei um segundo “ensandecida" em vez de alternar com “enlouquecida". Foi uma pequena aula de português das tantas que tive por osmose com o Ubaldo, graças à nossa aproximação através do teatro. Não se deve repetir palavras impunemente.
O começo de nossa amizade foi muito difícil para mim. Somos comparsas de e-mail, e cada vez que eu tinha de escrever para o venerado João minhas pernas bambeavam de insegurança gramática. Um singelo: “Caro Ubaldo, vamos jantar?" me exigia algumas horas de concentração para pôr a vírgula no lugar adequado. Aprendi imensamente com a impagável correspondência com o mestre e devo, e muito, a Ubaldo esta posição de colunista aqui em VEJARIO. Um ano e pouco atrás, trocamos uma série de mensagens mais pessoais e, pela primeira vez, escrevi para o poeta demaneira solta. Ele, que é atento aos detalhes, percebeu a melhora e me fez um dos elogios mais valorosos que já recebi na vida.
Mas a evolução de um português medíocre como o meu não é garantia de coisa nenhuma. Relendo a crônica “Gula", da edição de 14 de outubro, dei de cara com a repetiçãomaciça da palavra “doce" e de outras que agora não lembro. É verdade que as últimas semanas têm sido tumultuadas aqui em casa, mas isso não justifica a cegueira. Sem falar na confusão enervante de “quês"... Minha mãe me alertou para outro vício: o uso exagerado do gerúndio. Esse eu ainda controlo. Minha imunidade ao gerúndio é mais alta do que a vulnerabilidade para a infestação de “quês".
É o mal dos tempos. Fiz uma palestra outro dia na PUC sobre escolhas profissionais e a conversa recaiu sobre a questão da exigência do diploma de jornalista para exercer a profissão. É claro que eu gostaria que o cirurgião prestes ame abrir um talho na barriga fosse formado em medicina e especializado em fígado, intestino ou algo que o valha. Mas um economista pode ser de grande utilidade para um jornal, assim como um biólogo exerce respeito na seção de ciências. Uma professora do curso de comunicação se pronunciou no debate dizendo que a maior dificuldade, comum a todos os alunos, era o pífio desempenho na língua portuguesa. Por ela, as faculdades deveriam incluir cursos obrigatórios de letras para toda e qualquer profissão, já que o nível do ensino da língua de Camões no 2º grau era baixíssimo. Baseada na minha experiência, estou com ela e não abro.
João Ubaldo sonhou em fazer filosofia, mas o pai severo o encaminhou para o direito. Ubaldo é formado em ciência política. Poderia estar na ONU, não sei, ou em qualquer grande escritório de advocacia, mas preferiu cuidar da flor do Lácio. Seu último livro,O Albatroz Azul , acaba de chegar às livrarias. Se você aguentou estes pobres parágrafos confessionais de uma atriz carioca até aqui, deixo um brinde na saída: a abertura d' O Albatroz Azul , para você perceber o que é realmente escrever.O resto é silêncio.
“Sentado na quina da rampa do Largo da Quitanda, as mãos espalmadas nos joelhos, as abas do chapéu lhe rebuçando o rosto pregueado, Tertuliano Jaburu ouviu o primeiro canto de galo e mirou o céu sem alterar a expressão. Ignora-se o que, nessa calmaria antes do nascer do sol, pensam os grandes velhos como ele e ninguém lhe perguntaria nada, porque, mesmo que ele se dispusesse a responder, não entenderiam plenamente as respostas e dúvidas mais fundas sobreviriam de imediato, pois é sempre assim, quando se tenta conhecer o que o tempo ainda não autoriza."
* A expressão “Última flor do Lácio, inculta e bela" é o primeiro verso de um famoso poema de Olavo Bilac, poeta brasileiro que viveu de 1865 a 1918. Essa flor é a língua portuguesa, considerada a última das filhas do latim.

(Fernanda Torres, in Veja Rio, 28 de out. de 2009)

Leia: “...me exigia algumas horas de concentração para pôr a vírgula no lugar adequado." Assinale a frase INCORRETAMENTE pontuada.

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