Questões filtradas por: cargo de técnico administrativo

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001
Matéria: Equipes
Órgão: ANATEL
Ano: 2014

No que se refere ao trabalho em equipe, julgue os itens que se seguem.

A facilidade do ingresso de novas pessoas na equipe, além de aumentar o status social da equipe, faz com que as pessoas se sintam mais valorizadas e importantes, e propicia um clima de colaboração entre os membros, o que gera melhoria de desempenho.

002
Matéria: Princípios, Normas e Atribuições Institucionais
Órgão: SUFRAMA
Ano: 2014

Julgue os itens a seguir, com base na Resolução CAS n.º 203/2012, no Decreto n.º 783/1993 e na Portaria Interministerial n.º 170/2010.

Suponha que determinada empresa apresente projeto técnico-econômico para obtenção de incentivo fiscal administrado pela SUFRAMA. Nessa situação, para que esse projeto possa ser classificado, quanto ao porte, como simplificado, a empresa deverá estar enquadrada como microempresa ou empresa de pequeno porte.

003
Matéria: Banco de Dados
Órgão: GasBrasiliano
Ano: 2014

No que se refere à organização da informação, Chave Primária é:

004
Matéria: Interpretação de Textos
Órgão: ANATEL
Ano: 2012

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Com base nas informações e nas estruturas linguísticas do texto
acima, julgue os itens a seguir.
Depreende-se das informações do texto que houve, em todas as faixas de renda, uma tendência de expansão do número de pessoas que preferem ter apenas telefone celular.

005
Matéria: Liderança
Órgão: ANCINE
Ano: 2012

Com referência à gestão de pessoas nas organizações, julgue os
itens a seguir.
As lideranças transformacional e transacional assemelham-se quanto ao estilo comportamental do líder, sendo elemento comum dessas abordagens a capacidade de adequação do comportamento de liderança ao contexto.

006
Matéria: Administração de Recursos Materiais
Órgão: Transpetro
Ano: 2011

Os principais mercados empresariais na Internet foram classificados em mercados de consumo, de negócios e governamental. Essa classificação caracteriza todas as transações eletrônicas realizadas na Internet.

Quando uma empresa vende para uma outra, tem-se uma relação

007
Matéria: Morfologia - Pronomes
Órgão: BNDES
Ano: 2010

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O pronome relativo que difere dos demais, nos trechos listados abaixo, quanto à função sintática, é

008
Matéria: Espanhol
Órgão: BNDES
Ano: 2008

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“…tomadura de pelo.“ (línea 72) Se puede inferir por el contexto que dicha expresión significa lo mismo que

009
Matéria: Interpretação de Textos
Órgão: ANP
Ano: 2008

PROFETAS DA CHUVA

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BONANOME, Flávio. Revista Horizonte Geográfico, no 115, fev. 2008.
(Adaptado)Analise as sentenças.

I - Os sertanejos que fazem profecias meteorológicas têm uma capacidade divina de prever fatos em geral.

II - Os indícios em que se baseiam os sertanejos para suas previsões meteorológicas são respeitáveis cientificamente.

III - Há uma preocupação dos habitantes das regiões áridas de que estejam desaparecendo as pessoas com habilidades de previsão.

IV - Os profetas suportam sem medo a responsabilidade que lhes é confiada.

Apresentam idéias contidas no texto APENAS as afirmativas

010
Matéria: Português
Órgão: CONAB
Ano: 2006

Faz pelo menos dois anos que o mundo aguarda uma pandemia do calibre da gripe espanhola, que matou mais de 20 milhões de pessoas entre 1918 e 1920. Se não provocou ainda a epidemia globalizada, porém, a cepa pré- apocaliptica do vírus H5N1 já garantiu um belo surto de pânico midiático.


Nunca os jornais falaram tanto de algo que não aconteceu. Talvez, apenas, na nunca materializada pandemia de Sars, a “pneumonia asiática” que tirou o sono de muita gente em novembro de 2002 e causou menos de 800 mortes.

O terror na forma de vírus vem mais uma vez da Ásia. A mortandade de aves domésticas e casos isolados de pessoas infectadas com o H5N1 se espalharam pelo Oriente a partir de 2003 e daí, periodicamente, para as manchetes do mundo todo. O contágio jornalístico parece muito mais fácil que o físico.

Há motivo para precaução de autoridades sanitárias? Sem dúvida. Mas não para pânico público, nem para sair comprando do próprio bolso caixas e caixas de oseltamivir (marca registrada Tamiflu). Até que haja contágio entre humanos, e não de ave para homem, corre-se o risco de gastar dinheiro à toa. Já se o H5N1 ganhar a faculdade de infectar humanos facilmente, nada garante que a droga vá ser eficaz contra o vírus mutante.

Enquanto isso, o remédio é buscar um pouco de informação. O H5N1 é uma cepa do tipo A do vírus da influenza (gripe), bem mais problemático que os outros dois, B e C. Normalmente infecta aves, domésticas ou selvagens (inclusive migratórias). Desse reservatório pode ser transmitido para pessoas, quando manifesta alta capacidade de matar (em alguns surtos, as mortes chegaram a um terço dos doentes)

O nome atribuído às cepas tem relação direta com seu poder sinistro, mais precisamente com proteínas de sua superfície cruciais para a capacidade de invadir células do aparelho respiratório, multiplicar-se dentro delas e depois abandoná-las em legião. O H se refere à hemaglutinina, envolvida na invasão, e o N à neuraminidase, que ajuda as partículas virais multiplicadas a deixarem a célula infectada.

O H5N1 só se tornaria realmente perigoso se sofresse uma mutação que facilitasse sua transmissão entre pessoas, do que ainda não se tem notícia. Os repetidos surtos de infecção de gente que lida com galináceos multiplicam as chances estatísticas de que isso se torne uma realidade. Aves migratórias e o comércio de aves ajudam a espalhar o vírus pelo mundo, levando-o por exemplo para a Europa, mas muito improvavelmente para a América do Sul.

O temor de epidemiologistas é que o vírus sofra uma recombinação (intercâmbio de material genético), no corpo dos raros doentes, com o vírus da gripe comum. Facilidade de contágio e poder de matar podem resultar dessa aliança, mas, de novo, nada garante que isso vá ocorrer.

É como andar de avião, ou morar perto de uma usina nuclear: probabilidade muito baixa de um acidente, que no entanto teria efeitos devastadores. A diferença é que, no mundo globalizado, ninguém pode escolher deixar de respirar.


Faz-se concessão a ponto de vista discordante daquele que é sustentado no texto em: