Questões de concursos CONDER-BA

329 questões de 2013, com gabarito.

1 Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos. FGV · 2013 · CONDER-BA - Advogado #103237
imagem-001.jpgO  texto  apresenta  vários  exemplos  de  siglas:  “de  acordo  com  a  Organização  das  Nações  Unidas  (ONU)”;  “...quase  metade  do  Produto  Interno  Bruto  (PIB)  brasileiro”;  “...levaram  a  Confederação  Nacional  da  Indústria  (CNI)  a  promover...”;  “...presidente do Conselho de Infraestrutura da CNI”. 

Sobre o emprego dessas siglas, é correto afirmar que 
2 Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos. FGV · 2013 · CONDER-BA - Jornalista #103327
Tecnologia

     Para começar, ele nos olha na cara. Não é como a máquina de escrever, que a gente olha de cima, com superioridade. Com ele é olho no olho ou tela no olho. Ele nos desafia. Parece estar dizendo: vamos lá, seu desprezível pré-eletrônico, mostre o que você sabe fazer. A máquina de escrever faz tudo que você manda, mesmo que seja a tapa. Com o computador é diferente. Você faz tudo que ele manda. Ou precisa fazer tudo ao modo dele, senão ele não aceita. Simplesmente ignora você. Mas se apenas ignorasse ainda seria suportável. Ele responde. Repreende.
Corrige. Uma tela vazia, muda, nenhuma reação aos nossos comandos digitais, tudo bem. Quer dizer, você se sente como aquele cara que cantou a secretária eletrônica. É um vexame privado. Mas quando você o manda fazer alguma coisa, mas manda errado, ele diz "Errado". Não diz "Burro", mas está implícito. É pior, muito pior. Às vezes, quando a gente erra, ele faz "bip". Assim, para todo mundo ouvir. Comecei a usar o computador na redação do jornal e volta e meia errava. E lá vinha ele: "Bip!" "Olha aqui, pessoal: ele errou." "O burro errou!"

     Outra coisa: ele é mais inteligente que você. Sabe muito mais coisa e não tem nenhum pudor em dizer que sabe. Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele. Está subentendido, nas suas relações com o computador, que você jamais aproveitará metade das coisas que ele tem para oferecer. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando outro igual a ele o estiver programando. A máquina de escrever podia ter recursos que você nunca usaria, mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só aguentava os humanos por falta de coisa melhor, no momento. E a máquina, mesmo nos seus instantes de maior impaciência conosco, jamais faria "bip" em público.

     Dito isto, é preciso dizer também que quem provou pela primeira vez suas letrinhas dificilmente voltará à máquina de escrever sem a sensação de que está desembarcando de uma Mercedes e voltando à carroça. Está certo, jamais teremos com ele a mesma confortável cumplicidade que tínhamos com a velha máquina. É outro tipo de relacionamento, mais formal e exigente.
Mas é fascinante. Agora compreendo o entusiasmo de gente como Millôr Fernandes e Fernando Sabino, que dividem a sua vida profissional em antes dele e depois dele. Sinto falta do papel e da fiel Bic, sempre pronta a inserir entre uma linha e outra a palavra que faltou na hora, e que nele foi substituída por um botão, que, além de mais rápido, jamais nos sujará os dedos, mas acho que estou sucumbindo. Sei que nunca seremos íntimos, mesmo porque ele não ia querer se rebaixar a ser meu amigo, mas retiro tudo o que pensei sobre ele. Claro que você pode concluir que eu só estou querendo agradá-lo, precavidamente, mas juro que é sincero.

Quando saí da redação do jornal depois de usar o computador pela primeira vez, cheguei em casa e bati na minha máquina. Sabendo que ela aguentaria sem reclamar, como sempre, a pobrezinha.

(VERÍSSIMO, Luis Fernando. O Globo)

"O jornal russo 'Izvestia' informou nesta quinta-feira que o Serviço Federal de Proteção do país comprou 20 máquinas de escrever para evitar que informações sigilosas vazem por meios eletrônicos. Segundo o diário, a medida fo i tomada após a revelação do esquema de espionagem dos Estados Unidos, em junho".

Nesse caso, a informação
3 Políticas Sociais pós Constituição Federal de 1988 e no contexto neoliberal FGV · 2013 · CONDER-BA - Assistente social #104174
A  hegemonia  neoliberal  no  Brasil  influenciou  o  formato  das  políticas sociais, tendo como principais características a 
4 LC nº 101-2000 - Lei de Responsabilidade Fiscal FGV · 2013 · CONDER-BA - Advogado #103278
A  Lei  Complementar  n.  101/00  traz  classificações  que  possuem  impacto  direto  no  nível  de  fiscalização  e  controle  que  incide  sobre pessoas jurídicas.

Em relação a essas classificações, assinale a afirmativa correta. 
5 Princípios, Normas e Atribuições Institucionais FGV · 2013 · CONDER-BA - Jornalista #103360
Na forma do seu Estatuto, sobre as atribuições do Diretor- Presidente da CONDER, analise as afirmativas a seguir.

I. Representar a CONDER, ativa e passivamente, em Juízo ou fora dele.

II. Autorizar aquisição, permuta ou alienação de bens móveis, observada a legislação em vigor.

III. Designar pessoal para o exercício das funções comissionadas.

Assinale:
6 Princípios, Normas e Atribuições Institucionais FGV · 2013 · CONDER-BA - Técnico Administrativo #104083
Sobre as competências atinentes à CONDER, assinale a afirmativa incorreta.
7 Pronomes pessoais oblíquos FGV · 2013 · CONDER-BA - Técnico Administrativo #104059
Nossa Missão

Você e eu estamos na Terra para nos reproduzirmos. Nossa missão é transmitir os nossos genes, multiplicar a nossa espécie e dar o fora. Tudo o mais que fazemos, tudo a mais que nos acontece, ou é decorrência ou é passatempo. O que vem antes e depois dos nossos anos férteis é só o prólogo e o epílogo. Se a natureza quisesse otimizar seus métodos já nasceríamos púberes e morreríamos assim que nossos filhos, que também nasceriam púberes, pudessem criar seus filhos (púberes) sem a ajuda dos avós. Daria, no total, aí uns 35, 40 anos de vida, e adeus. O que resolveria a questão demográfica do planeta e, claro, os problemas da Previdência. Mas a Natureza nos dá o resto da vida - a infância e a velhice e todos os prazeres extrarreprodutivos do mundo, inclusive os sexuais - como brinde. Como um chaveiro, um agradecimento pela nossa colaboração.

A laranjeira não existe para dar laranja, existe para produzir e espalhar sua própria semente. A fruta não é o objetivo da planta frutífera, é o que ela usa para carregar suas sementes, é o seu estratagema. Agradecer à laranjeira pela laranja é não entendê- la. Ela não sabe do que nós estamos falando. Suco? Doçura? Vitamina C? Eu?! Você e eu ficamos aí especulando sobre o que a vida quer de nós, e só o que a vida quer é continuar. Seja em nós e na nossa prole, seja na minhoca e na sua. Nossa missão, nossa explicação, é a mesma do rinoceronte e da anêmona. Estamos aqui para fazer outros iguais a nós. Isto que chamamos, carinhosamente, de "eu", com suas peculiaridades e sua biografia única, não é mais do que uma laranja personalizada. Um estratagema da Natureza, a polpa com que a Natureza protege a nossa semente e assegura a continuação da vida. Enfim, um grande mal-entendido.

E os que passam pelo mundo sem se reproduzir? São caronas. Mas ganham o brinde da vida assim mesmo. A Natureza não discrimina.

(VERÍSSIMO, Luis Fernando. O Globo, 22/09/2013)

"Agradecer à laranjeira pela laranja é não entendê-la".

As alternativas a seguir apresentam formas corretas de unir a forma verbal de presente do indicativo ao pronome "o" enclítico, à exceção de uma. Assinale-a.
8 Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos. FGV · 2013 · CONDER-BA - Advogado #103242
imagem-001.jpgO primeiro parágrafo do texto faz previsões e a marca  linguística  que indica as previsões é: 
9 Problemas Lógicos FGV · 2013 · CONDER-BA - Técnico Administrativo #104063
Tiago começou a trabalhar em uma oficina de manutenção de ônibus urbanos. Pelo contrato de trabalho, ele deve trabalhar três dias e ter o dia seguinte de folga, trabalhar mais três dias e ter o dia seguinte de folga, e assim por diante, não importando fins de semana ou feriados.

O primeiro dia de trabalho de Tiago foi uma segunda-feira.

A 10a folga de Tiago caiu em
10 Economia FGV · 2013 · CONDER-BA - Economista #104042
Supondo inflação nula e considerando o conceito de necessidade  de  financiamento  do  governo,  assinale  V  para  a  afirmativa  verdadeira e F para a falsa. 

(   ) Se o governo apresenta déficit, logo sua poupança é negativa. 
(   ) Um aumento do gasto do governo gera necessariamente uma  ampliação  do  déficit,  mantido  os  demais  componentes  constantes. 
(   ) Quando o resultado da soma do consumo do governo com os  juros  da  dívida  é  nulo,  o  déficit  do  governo  é  dado  pela  diferença  entre  investimento  do  governo  e  a  receita  tributária. 

As afirmativas são, respectivamente,