Questões de concursos UFSJ

81 questões de 2009, com gabarito.

1 Windows XP UFSJ · 2009 · UFSJ - Assistente Administrativo #317199
Considere a figura a seguir, que ilustra uma janela do Windows Explorer sendo executada em um computador com o sistema operacional Windows XP instalado.



É CORRETO afirmar que,
2 Sistemas de Informação UFSJ · 2009 · UFSJ - Técnico em Tecnologia da Informação #317183
O desenvolvimento de sistemas utilizando o modelo multicamadas vem crescendo constantemente se comparado ao modelo de duas camadas (Cliente/Servidor). Sobre o modelo multicamadas, é INCORRETO afirmar que:
3 Redação Oficial UFSJ · 2009 · UFSJ - Assistente Administrativo #317224
Quanto ao emprego das abreviaturas de pronomes de tratamento, marque a alternativa em que os dois pares estão CORRETOS.
4 Português UFSJ · 2009 · UFSJ - Assistente Administrativo #317193
Texto

Compromisso com a qualidade de vida

A criação de ambientes urbanos
adequados é o primeiro passo
para que a população sofra menos
com as doenças e usufrua dos
benefícios da saúde.

O peso do fator urbano na saúde humana vem conquistando espaço em debates nas mais diferentes esferas sociais e o conhecimento em torno do tema traz à tona desafios para viabilizar, além do atendimento preventivo, ambulatorial e hospitalar para uma população que cresce a cada dia, uma infraestrutura urbana que permita viver de forma mais digna, com mais qualidade.
Além das intervenções em saúde, segundo Waleska Caiaffa, professora da Faculdade de Medicina da UFMG e uma das coordenadoras do Observatório de Saúde Urbana de Belo Horizonte (Osubh), há que se pensar em intervenções urbanas não necessariamente relacionadas à saúde, mas que exercem sobre ela impacto positivo.
A busca de soluções para que as populações usufruam de mais qualidade de vida na cidade, aliás, é uma das premissas do trabalho desenvolvido pelo Observatório. Waleska acredita que, com a conclusão do diagnóstico sobre a saúde em BH, prevista para ocorrer ainda este semestre, será possível apontar caminhos em consonância com as especificidades encontradas na capital mineira.
De antemão, é possível dizer que a cidade depende de uma mudança de paradigma no desenvolvimento de suas políticas de saúde. “Precisamos focar menos na cura de doenças e pensar mais na promoção da saúde, de qualidade de vida. Nosso trabalho de levantamento de dados, diagnóstico e monitoramento dos determinantes sociais de saúde só fará sentido se houver um compromisso consistente do governo local com a construção de ambientes urbanos mais saudáveis", defende.
ESTRUTURA. As vantagens de uma mudança de paradigma em saúde são muitas. A principal delas tem a ver justamente com o fato de as pessoas adoecerem menos. Outra se relaciona com o ônus para os cofres públicos.
No Brasil, a combinação de maus hábitos de vida com a falta de estrutura para o tratamento e prevenção das doenças delineou um perfil demográfico cujas demandas já ameaçaram o orçamento destinado à saúde e, em pouco tempo,tendem a comprometer ainda mais gravemente o funcionamento de todo o sistema, tanto público quanto privado.
Estamos passando pela chamada transição epidemiológica, o que significa dizer que morremos mais de doenças cardiovasculares do que de doenças infecciosas. Dados do Ministério da Saúde apontam que, em 2002, 44% das mortes em BH ocorreram em decorrência de doenças cardíacas e câncer. Outro levantamento, feito no ano passado pelo Instituto Nacional do Câncer, aponta que 40% da população belo-horizontina apresentam sobrepeso. Desse universo, 5% não comem legumes e verduras. “As doenças crônicas, além do enorme prejuízo para os indivíduos, são de tratamento caro e pouco efetivo. Seria muito mais lógico e inteligente investir na promoção da saúde", defende Waleska.

Vanessa Jacinto Jornal Estado de Minas 15 de fevereiro de 2009.

No quarto parágrafo, o verbo “defender" indica que
5 Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos. UFSJ · 2009 · UFSJ - Técnico em Tecnologia da Informação #317146
Texto

Compromisso com a qualidade de vida

A criação de ambientes urbanos
adequados é o primeiro passo
para que a população sofra menos
com as doenças e usufrua dos
benefícios da saúde.

O peso do fator urbano na saúde humana vem conquistando espaço em debates nas mais diferentes esferas sociais e o conhecimento em torno do tema traz à tona desafios para viabilizar, além do atendimento preventivo, ambulatorial e hospitalar para uma população que cresce a cada dia, uma infraestrutura urbana que permita viver de forma mais digna, com mais qualidade.
Além das intervenções em saúde, segundo Waleska Caiaffa, professora da Faculdade de Medicina da UFMG e uma das coordenadoras do Observatório de Saúde Urbana de Belo Horizonte (Osubh), há que se pensar em intervenções urbanas não necessariamente relacionadas à saúde, mas que exercem sobre ela impacto positivo.
A busca de soluções para que as populações usufruam de mais qualidade de vida na cidade, aliás, é uma das premissas do trabalho desenvolvido pelo Observatório. Waleska acredita que, com a conclusão do diagnóstico sobre a saúde em BH, prevista para ocorrer ainda este semestre, será possível apontar caminhos em consonância com as especificidades encontradas na capital mineira.
De antemão, é possível dizer que a cidade depende de uma mudança de paradigma no desenvolvimento de suas políticas de saúde. “Precisamos focar menos na cura de doenças e pensar mais na promoção da saúde, de qualidade de vida. Nosso trabalho de levantamento de dados, diagnóstico e monitoramento dos determinantes sociais de saúde só fará sentido se houver um compromisso consistente do governo local com a construção de ambientes urbanos mais saudáveis", defende.
ESTRUTURA. As vantagens de uma mudança de paradigma em saúde são muitas. A principal delas tem a ver justamente com o fato de as pessoas adoecerem menos. Outra se relaciona com o ônus para os cofres públicos.
No Brasil, a combinação de maus hábitos de vida com a falta de estrutura para o tratamento e prevenção das doenças delineou um perfil demográfico cujas demandas já ameaçaram o orçamento destinado à saúde e, em pouco tempo,tendem a comprometer ainda mais gravemente o funcionamento de todo o sistema, tanto público quanto privado.
Estamos passando pela chamada transição epidemiológica, o que significa dizer que morremos mais de doenças cardiovasculares do que de doenças infecciosas. Dados do Ministério da Saúde apontam que, em 2002, 44% das mortes em BH ocorreram em decorrência de doenças cardíacas e câncer. Outro levantamento, feito no ano passado pelo Instituto Nacional do Câncer, aponta que 40% da população belo-horizontina apresentam sobrepeso. Desse universo, 5% não comem legumes e verduras. “As doenças crônicas, além do enorme prejuízo para os indivíduos, são de tratamento caro e pouco efetivo. Seria muito mais lógico e inteligente investir na promoção da saúde", defende Waleska.

Vanessa Jacinto Jornal Estado de Minas 15 de fevereiro de 2009.

A palavra “aliás”, presente no terceiro parágrafo, pode ser analisada como
6 Administração Geral UFSJ · 2009 · UFSJ - Assistente Administrativo #317214
Entre as alternativas abaixo, assinale a que NÃO expressa uma característica do processo de planejamento.
7 Gestão de Pessoas UFSJ · 2009 · UFSJ - Assistente Administrativo #317215
O Diretor de Recursos Humanos da Empresa PLOC precisa enfrentar o desafio da motivação de funcionários entediados e insatisfeitos.

Dentre as alternativas abaixo, assinale a atitude CORRETA e mais adequada a ser tomada pelo Diretor.
8 Verdades e Mentiras UFSJ · 2009 · UFSJ - Assistente Administrativo #317197
Se num campeonato de futebol é verdade que “quem não faz, leva”, ou seja, time que não marca gol numa partida sofre ao menos um gol nessa mesma partida, então, é CORRETO afirmar que
9 Correio Eletrônico (cliente de e-mail e webmail) UFSJ · 2009 · UFSJ - Técnico em Tecnologia da Informação #317162
Considerando os conceitos de Correio Eletrônico (e-mail) e Internet, é CORRETO afirmar que:
10 Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos. UFSJ · 2009 · UFSJ - Técnico em Tecnologia da Informação #317144
No quarto parágrafo, o verbo “defender” indica que